Resenha:Eu estive aqui

Eu estive aqui
Autora: Gayle Forman 
Editora: Arqueiro
Gênero: Literatura Estrangeira / Drama
Páginas: 240



Avaliação:📕📕📕
Considero um livro bom, mas não dos melhores, poderia ter havido mais fatos, mais emoção, porém excedeu quase todas as minhas expectativas.
Gosto muito das autora, sempre que posso procuro ler os livros dela, já li outros como Se eu ficar e Para onde ela foi, a leitura de seus livros é leve e emotiva, a maioria de seus livros já me cativa desde sinopse.
Sinopse: Quando sua melhor amiga, Meg, toma um frasco de veneno sozinha num quarto de motel, Cody fica chocada e arrasada. Ela e Meg compartilhavam tudo... Como podia não ter previsto aquilo, como não percebera nenhum sinal?
A pedido dos pais de Meg, Cody viaja a Tacoma, onde a amiga fazia faculdade, para reunir seus pertences. Lá, acaba descobrindo muitas coisas que Meg não havia lhe contado. Conhece seus colegas de quarto, o tipo de pessoa com quem Cody nunca teria esbarrado em sua cidadezinha no fim do mundo. E conhece Ben McCallister, o guitarrista zombeteiro que se envolveu com Meg e tem os próprios segredos.
Porém, sua maior descoberta ocorre quando recebe dos pais de Meg o notebook da melhor amiga. Vasculhando o computador, Cody dá de cara com um arquivo criptografado, impossível de abrir. Até que um colega nerd consegue desbloqueá-lo... e de repente tudo o que ela pensou que sabia sobre a morte de Meg é posto em dúvida.
Eu estive aqui é Gayle Forman em sua melhor forma, uma história tensa, comovente e redentora que mostra que é possível seguir em frente mesmo diante de uma perda indescritível.
O livro se resume basicamente em mostrar as investigações de Cody sobre a morte de sua amiga, a cada arquivo que ela consegue abrir a cada coisa que ela descobre sobre a morte de sua amiga ela começa a duvidar da amizade, entende que Meg não confiava plenamente nela. Ao longo do livro sofre várias descobertas chocantes, como por exemplo que o suicídio foi incentivado. Cody e todos que conheciam Meg sempre achavam ela uma garota diferente, porém nem imaginavam o que se passava pelos seus pensamentos, mesmo sua melhor amiga.
O livro também foca no sofrimento de uma família após perder a filha de um modo tão trágico, é como se todos tivessem se apagado, até Cody se afastou daqueles que considerava sua família.
Cody também sofre alguns problemas familiares, algumas revelações de seu pai, e quase no final do livro a relação com a mãe sofre uma grande reviravolta. Além disso problemas comuns de uma vida adulta como faculdade, emprego e etc e também Cody entra em uma luta com seus sentimentos para não se apaixonar por Bem McCallister.
Apesar de não ser sua culpa Cody acaba por se sentir culpada pelo fato de estar ignorando tanto a amiga antes de sua morte,e uma das coisas que mais me impressiona na personagem é o fato de que ela persiste em saber tudo sobre o real motivo do suicídio da amiga.
Cody resolve não contar nada a família de Meg até ter toda a história, também conta com ajuda de um colega nerd, a antiga paixão de sua amiga Ben McCallister e outras pessoas.
A princípio, no começo das investigações Cody acredita que Ben McCallister seja o motivo do suicídio da amiga, ao ver os emails entre os dois.
Assim como todos os livros da Gayle a capa é fofa, o tamanho das fonte, espaçamento e margens estão igualmente bons.
Claro que todo livro tem seus pontos positivos e seus pontos negativos, mas um dos positivos desses é que nos da uma lição sobre o suicídio, algo muito interessante pois nos dias de hoje tem havido muitos, principalmente com jovens, nos mostra que a morte não é a única saída e que algumas vezes muitas pessoas se suicidam porque viramos as costas pra ela, enfim, um ensinamento para a prevenção do suicídio.
“Fui eu. Deixei Meg na mão na vida.Mas não deixarei na mão na morte”.

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